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Orquestra Sinfônica Jovem do Rio percorre três séculos da música em apresentação

              Público acompanhou apresentação da Orquestra Sinfônica Jovem do Rio durante nova edição do Justiça em Concerto  Uma travessia por diferentes épocas, estilos e tradições musicais marcou a edição da última terça-feira, dia 19, do programa “Justiça em Concerto", promovido pelo Centro Cultural do Poder Judiciário (CCPJ), no auditório Antônio Carlos Amorim, no Fórum Central do Rio.  Com o tema “Passeio pelo Tempo – 3 Séculos de Música Clássica”, a apresentação reuniu obras de compositores europeus e brasileiros interpretadas pela Orquestra Sinfônica Jovem do Rio de Janeiro (OSJRJ), conduzindo a audiência por diferentes momentos da história da música, do barroco de Johann Sebastian Bach ao samba de Noel Rosa.              A apresentação reuniu obras do repertório erudito europeu e composições brasileiras de diferentes períodos históricos  Durante a apresentação, o público acompanhou interpretações de peças clássicas como o Concerto de Brandemburgo nº 5, de Bach e a Sinfonia nº 40, de Mozart. O programa também abriu espaço para referências brasileiras, com execuções de Corta-Jaca,  de Chiquinha Gonzaga, Brejeiro, de Ernesto Nazareth, e Feitiço da Vila, de Noel Rosa.  Integrante da OSJRJ desde 2016, o fagotista Gabriel Gonçalves dos Reis, de 28 anos, participou da apresentação como solista ao interpretar o Concerto em Mi Menor, de Vivaldi, e explicou a proposta do evento. “A ideia é apresentar a história musical desse período, mas não apenas com concertos solos, que têm uma textura específica. Também buscamos trazer repertórios mais populares, como forma de aproximar a orquestra do público”.                                                 O fagotista Gabriel Gonçalves dos Reis (ao centro) faz parte da orquestra desde 2016  Já o flautista Felipe Gleison Arcanjo, de 27 anos, que integra a orquestra desde 2020, destacou o papel da iniciativa na formação artística e no desenvolvimento pessoal e profissional dos jovens participantes do projeto. “A orquestra representa, para mim, a possibilidade de levar a música erudita a pessoas que talvez não tivessem acesso a ela, além de oferecer uma segunda chance para muitos que decidiram viver da música”.                                           O flautista Felipe Gleison Arcanjo (ao centro) se apresentou como solista durante o concerto  Fruto do programa Ação Social pela Música do Brasil (ASMB), a Orquestra Sinfônica Jovem do Rio de Janeiro atua na formação de jovens músicos, utilizando a educação musical como ferramenta de inclusão e desenvolvimento social.  VM/ SF Fotos: Rafael Oliveira / TJRJ
20/05/2026 (00:00)
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